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Ameaças à segurança da votação nas Eleições de 2022



Na semana do dia 25 de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral proibiu o porte de celulares na cabine de votação e reiterou a proibição do porte de armas a menos de 100 metros das seções eleitorais, podendo ser solicitada a revista do eleitor com detectores de metal e, em caso de recusa, o impedimento do voto.


À medida que se aproxima o dia 2 de outubro, questionamentos sobre a integridade eleitoral são cada vez mais difundidos nos aplicativos de mensageria. Mais recentemente um tipo específico de conteúdo ganhou destaque: orientações problemáticas sobre como os eleitores deveriam agir no dia e durante a votação para “evitar fraudes” e “garantir a segurança”.


Incentivos ao uso do celular na seção eleitoral, correntes propondo estratégias de “auditoria individual” e apuração paralela via aplicativos de terceiros são apresentados por setores da mídia hiper partidária como direitos do eleitorado, porém, contrariam regras e determinações da justiça eleitoral.


Para investigar a circulação de informações falsas com potencial de induzir os eleitores a comportamentos nocivos e ameaçar a segurança das eleições no dia da votação, o Netlab UFRJ analisou mais de 4 mil mensagens publicadas nos aplicativos de mensageria (Whatsapp e Telegram) entre 25 de julho e 26 de setembro de 2022. Observamos também o impulsionamento de anúncios nas plataformas da Meta com mensagens de apoio à contagem pública e em defesa do voto impresso.


 

Como citar: Netlab UFRJ. Ameaças à segurança da votação. 29 de Setembro de 2022, Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil.


Ameaças à segurança da votação - Especial Eleições 2022
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